Pular para o conteúdo principal

Dilma e Haddad também já vetaram propostas de distribuição de absorventes.

Foto: Reprodução

Foi publicada no dia 07/10/21 a Lei n.º 14.214/21, que institui o “Programa de Proteção e Promoção da Saúde Menstrual”. A lei estipula o objetivo de combater a inacessibilidade a produtos de higiene necessários ao período da menstruação.

A lei previa a distribuição gratuita de absorventes para estudantes carentes dos ensinos fundamental e médio, mulheres em situação de vulnerabilidade e presidiárias, mas este trecho foi vetado pelo Presidente da República.

A principal razão para o veto foi o fato de que o programa não indicava a respectiva fonte de custeio, o que ocasionaria violação à Lei de Responsabilidade Fiscal.

Além disso, os absorventes não se enquadram nos insumos padronizados do SUS, ou seja, não figuram na Relação Nacional de Medicamentos Essenciais. Sendo destinados a apenas algumas mulheres, isso violaria o princípio da universalidade e equidade do acesso ao SUS.

Não foi a primeira vez que se tentou utilizar o erário para distribuição de absorventes. Em 2015, o então prefeito de SP, Fernando Haddad, também havia vetado a proposta de distribuição gratuita do insumo.  

Já em 2013, a então presidente Dilma Rousseff também vetou parte da MP 609, retirando o absorvente dos itens da cesta básica desonerados de PIS/PASEP e COFINS, ou seja, mantendo seu preço mais elevado ao consumidor.

No documento “Pobreza Menstrual no Brasil”, da UNICEF/UNFPA, tudo fica muito claro. Ele diz que “embora não explícita na Agenda 2030, a dignidade menstrual pode ser entendida como uma consequência da autonomia corporal feminina, abordada na meta 5.6, que visa assegurar o acesso universal à saúde sexual e reprodutiva”.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Campeão de votos em 2016, Jandeilson Pereira vem a reeleição.

Eleito em outubro de 2016 para seu primeiro mandato como vereador, Jandeilson Pereira, hoje no (DEM), foi considerado por vários setores de Santarém como um destaque extremamente positivo devido a sua atuação parlamentar em defesa dos pescadores e da sociedade santarena.  Jandeilson Pereira tem 43 anos, é pai de 5 filhos e natural da região de várzea. Começou sua atuação politica através do Conselho de Pesca da Região do Urucurituba no período de 2003 a 2007. De lá pra cá não parou mais, Fez parte ainda do Conselho Administrativo da Colônia de Pescadores Z-20 no período de 2007 a 2010, liderou a proposta do voto direto do Pescador para a diretoria executiva da Colônia de Pescadores Z-20, sendo a mesma aprovada e de grande relevância para a categoria fez parte da então primeira diretoria executiva eleita pelo voto direto do pescador. Esteve na direação da Colônia Z-20 por 7 anos.  Foi em 2016 que a pedido dos pescadores, ele aceitou o desafio de ser vereador de Santarém, onde o...

O Pará tem 3 senadores: Flexa Ribeiro (PSDB), Jader Barbalho (MDB) e Paulo Rocha (PT).

Dois deles, Flexa e Jader disputam a reeleição. Assim como eles, mais 13 pré-candidatos tentam uma cadeira no senado federal, mas eleições do próximo dia 07 de Outubro. Agora a pouco, o deputado federal  Wladimir Costa  (SD) anunciou que será candidato ao senado. Duas vagas são disputadas esse ano. Anunciado como pré-candidato ao senado,  Jarbas Vasconcelos  (PV) foi convencido por dirigentes do seu partido, a desistir de compor chapa com Paulo Rocha (PT) e há quem diga que ele ainda pode vir a disputar o governo. Via: Facebook As Falas da Polis 

Liberal do B - Rômulo Maiorana lança portal

Durante 31 anos, Romulo Maiorana foi um dos homens mais poderosos do Pará. Comandando com plenos poderes o maior grupo de comunicação do Estado, fortalecido por sua afiliação à Rede Globo, fez valer a sua vontade e impôs as suas opiniões a boa parte da elite local – e também os não poucos caprichos e suscetibilidades que sempre cultivou. Em setembro do ano passado, foi afastado da direção do grupo Liberal por um golpe branco dos irmãos. Liderados por Ronaldo e Rosângela, eles aproveitaram a ausência (programada) de Rominho, em férias na Europa com a família, para reunir a assembleia geral da corporação e, com maioria de votos, graças à adesão da matriarca, Déa Maiorana, destituir o irmão do cargo de presidente executivo. Seguiu-se uma intensa guerra na justiça e nos bastidores, encerrada por um acerto. Rominho desistia de contestar a decisão dos cinco irmãos que o derrubaram e saía da empresa, levando consigo alguns dos ativos do grupo para uma nova trajetória individual. ...